Calculadora CLT x PJ
Descubra quanto faturar como PJ para ganhar o mesmo que no CLT em 2026.
Recebeu uma proposta PJ? Então, a calculadora CLT x PJ soma 13º, férias, FGTS e benefícios do seu CLT e, além disso, aplica a regra de imposto da sua profissão. Assim, você vê o faturamento mínimo para empatar e também testa a proposta que recebeu.
Atualizado em outubro de 2026, com as tabelas de INSS e IR de 2026 e a isenção da Lei 15.270/2025.
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Tudo o que você recebe no ano, dividido por 12
Como PJ
Viu quanto precisa faturar? Fale com um contador e saiba como começar.
Então, um especialista da Contajá confere seus números, confirma o anexo da sua profissão e mostra o melhor CNAE para abrir seu CNPJ. Planos a partir de R$ 137/mês, mensais ou anuais.
Como a calculadora CLT x PJ faz a conta
No CLT
- INSS e IR: o INSS segue a tabela progressiva 2026 (teto de R$ 8.475,55) e o IRRF segue a tabela 2026, com a isenção até R$ 5.000 da Lei 15.270/2025. Além disso, usamos o desconto simplificado quando ele é mais vantajoso. Porém, não consideramos dependentes.
- 13º salário: também tem INSS e IR próprios (tributação exclusiva) e, depois, é dividido por 12.
- Férias: entra só o ganho extra do 1/3, já líquido e dividido por 12, já que o salário do mês de férias está nos 12 salários.
- Vale-transporte: descontamos até 6% do salário, pois é o que a empresa pode cobrar de você.
- FGTS: por fim, entram 8% sobre salários, 13º e férias com 1/3.
No PJ
- Simples Nacional: a alíquota efetiva é calculada sobre o faturamento dos últimos 12 meses (limite de R$ 4,8 milhões por ano). Além disso, o ISS já está dentro do DAS.
- Profissão: define o anexo do Simples Nacional. Por exemplo, advogados (Anexo IV) e profissões do Anexo III direto, como contador, fisioterapeuta e professor, não entram no Fator R.
- Fator R: se o pró-labore for pelo menos 28% do faturamento, a empresa paga pelo Anexo III, a partir de 6%. Abaixo disso, porém, vai para o Anexo V, a partir de 15,5%. Por isso, a calculadora testa os dois cenários e mostra o que deixa mais dinheiro no seu bolso.
- Pró-labore: tem 11% de INSS do sócio (limitado ao teto) e IRRF pela tabela 2026. Já na advocacia (Anexo IV), somamos os 20% de INSS patronal, que ficam fora do DAS. Em todos os casos, o pró-labore mínimo é de um salário mínimo (R$ 1.621,00).
- Lucros: são distribuídos sem IR até R$ 50 mil por mês. Acima disso, aplicamos a retenção de 10% prevista para 2026. No entanto, o ajuste anual do IR mínimo para altas rendas não está na conta.
- Contabilidade: usamos R$ 137,00/mês, valor de entrada do plano Simples Nacional da Contajá, pago nos 12 meses. Por outro lado, não incluímos certificado digital e taxas de abertura.
- Em resumo, os valores são estimativas para comparação e, portanto, não substituem a análise de um contador.
Choque de realidade: hoje a pergunta é “você emite nota?”
Hoje, em muita vaga, freela e projeto, ninguém pergunta mais se você quer carteira assinada. Em vez disso, a pergunta é direta: você emite nota?
- Tecnologia, marketing, saúde e consultoria contratam cada vez mais por CNPJ
- Projetos e freelas só fecham com nota fiscal
- Clientes de fora do país pagam para empresa, não para pessoa física
- Você atende mais de um cliente e não depende de uma única fonte de renda
- Negocia como empresa, com proposta, contrato e nota
- Contribui para o INSS pelo pró-labore e conta tempo para a aposentadoria
- Comprova renda com pró-labore e lucros declarados pela contabilidade
Porém, pagar imposto na medida certa não é pagar pouco nem fugir do imposto. Ou seja, é estar no regime certo, com o anexo certo da sua profissão e as obrigações em dia.
Então vale a pergunta: você sabe se está pagando o imposto na medida certa?
- CNAE errado pode colocar sua empresa num anexo mais caro
- Pró-labore abaixo de 28% tira do Anexo III quem tem profissão com Fator R
- Obrigação atrasada vira multa e juros
Por isso, um especialista da Contajá confere seu CNAE, seu anexo e seu pró-labore, sem custo.
Por exemplo, dev entra no Fator R, mas advogado não. Ou seja, a sua profissão muda a conta, por isso vale ter um contador olhando o seu caso antes de aceitar a proposta.
Quem já confia na Contajá
Quem já é cliente conta como é ter a Contajá por perto.
"Sou PJ há pouco tempo, então precisei do suporte para entender os impostos e a emissão de nota. Sempre consegui ajuda e fui devidamente orientado."
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"A melhor escolha que eu já fiz em 14 anos de empresa foi migrar para a Contajá. Tenho a impressão de estar sendo atendido por uma empresa do lado do meu escritório."
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"Apoio pelo WhatsApp é eficiente. Ideal para quem não domina contabilidade e precisa de um apoio humanizado."
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"Vou para o terceiro ano contratando a Contajá. Atendimento de suporte sempre pontual e resolutivo."
- 9,4 no Reclame Aqui, com selo RA1000
- +20 mil empresas clientes da Contajá
- 10 anos de Contajá, desde 2016
- CRC MG-011625/O-9, o registro da empresa no conselho de contabilidade
Viu quanto precisa faturar? Fale com um contador antes de virar PJ.
Então, um especialista da Contajá confere seus números, confirma o anexo da sua profissão e mostra o melhor CNAE para abrir seu CNPJ. Planos a partir de R$ 137/mês, mensais ou anuais.
Dúvidas sobre a calculadora CLT x PJ
Em resumo, aqui estão respostas curtas para as perguntas que mais chegam pra gente de quem está pensando em virar PJ.
Quanto a mais preciso faturar como PJ para compensar o CLT?
Depende do salário, dos benefícios e da profissão. Por exemplo, nas nossas simulações sem benefícios, o faturamento PJ precisa ser de 11% a 40% maior que o salário bruto. Além disso, com vale-refeição e plano de saúde a diferença cresce: um salário de R$ 8.000 com R$ 1.200 em benefícios pede cerca de R$ 10.498 de faturamento, contra R$ 9.058 sem benefícios.
Advogado entra no Fator R?
Não. Afinal, a advocacia é tributada sempre pelo Anexo IV do Simples Nacional, com alíquota a partir de 4,5%. Além disso, o INSS patronal de 20% sobre o pró-labore é pago à parte, fora do DAS. Por isso, para advogados, aumentar o pró-labore não reduz o imposto da empresa.
Quais profissões entram no Fator R?
Entram as atividades intelectuais e técnicas, como tecnologia, design, marketing, publicidade, consultoria, engenharia, arquitetura, medicina, psicologia, odontologia, nutrição, jornalismo e representação comercial. Por outro lado, contador, fisioterapeuta e professor de cursos livres são tributados direto pelo Anexo III, enquanto advogados pagam pelo Anexo IV.
A calculadora CLT x PJ considera 13º, férias e FGTS?
Sim. Primeiro, o 13º entra com INSS e IR próprios. Depois, o 1/3 de férias entra como ganho extra líquido e, por fim, o FGTS entra como 8% sobre salários, 13º e férias. Assim, tudo é dividido por 12 para comparar mês a mês com o PJ.
Por que a calculadora considera um mês sem faturar como PJ?
Porque o PJ não tem férias remuneradas. Ou seja, se você tirar 30 dias de descanso, fica um mês sem faturar. Assim, considerar isso deixa a comparação justa. Mas, se você não pretende parar, é só marcar Não nas férias.
Como PJ, preciso pagar INSS?
Sim. O sócio paga 11% de INSS sobre o pró-labore, limitado ao teto de R$ 8.475,55 em 2026. Além disso, esse recolhimento conta para a aposentadoria e outros benefícios do INSS.
A isenção do IR até R$ 5.000 vale para o PJ?
Vale para o pró-labore, já que ele é tributado como salário. Enquanto isso, os lucros distribuídos pela empresa seguem isentos até R$ 50 mil por mês por empresa. Porém, acima disso há retenção de 10% a partir de 2026.
A calculadora CLT x PJ vale para o Lucro Presumido?
Não. Afinal, a conta usa o Simples Nacional, que é o regime mais comum para quem sai do CLT e vira PJ, com faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano. Portanto, para o Lucro Presumido o ideal é uma simulação com um especialista.
Quanto custa a contabilidade para quem vira PJ?
Na Contajá, o plano para empresas do Simples Nacional começa em R$ 137 por mês, com opções de plano mensal e anual (Contajá Total). Além disso, a abertura do CNPJ é grátis, a partir de 24h.