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MEI para ME: O caminho mais rápido para fazer a mudança em 2026

Veja como sair do MEI e virar ME em 2026: os dois caminhos, custos, prazos e como fazer a mudança em até 48h sem parar de emitir nota fiscal.

imagem de MEI migrando para ME

Para mudar de MEI para ME você precisa desenquadrar o MEI e registrar a empresa como Microempresa, e isso pode ser feito de dois jeitos: o desenquadramento no mesmo CNPJ (que leva de 45 a 90 dias) ou a baixa do MEI e a abertura de um CNPJ novo já como ME (que fica pronto em até 48h com a Contajá). A mudança é obrigatória quando o faturamento passa de R$ 81 mil por ano, quando você precisa de mais de um funcionário ou de sócios, ou quando a atividade não é mais permitida no MEI.

Neste guia você vai ver quando a mudança é obrigatória, o passo a passo, quanto custa em 2026, os prazos legais e o que muda com o Super MEI e com a Reforma Tributária. Sem enrolação e sem juridiquês.

Vale a pena sair do MEI para virar ME?

Sim, quando o negócio cresce a ponto de esbarrar nos limites do MEI. Virar ME libera faturar até R$ 360 mil por ano no Simples Nacional, contratar quantos funcionários precisar, ter sócios, participar de licitações e acessar linhas de crédito melhores. Em troca, você passa a ter contabilidade obrigatória e emissão de nota em todas as vendas, que é justamente onde uma contabilidade online resolve o dia a dia pra você.

Veja a diferença entre os dois portes:

CaracterísticaMEI (Microempreendedor Individual)ME (Microempresa)
Faturamento anualAté R$ 81 milAté R$ 360 mil
TributaçãoDAS fixo mensal (cerca de R$ 81 a R$ 87)Simples, Presumido ou Real
Funcionários1 funcionárioVários, conforme a necessidade
SóciosNão permitePermite (ex.: LTDA e SLU)
AtividadesLista restrita da ReceitaAmpla variedade de CNAEs
Emissão de nota fiscalObrigatória só para pessoa jurídicaObrigatória em todas as vendas
ContabilidadeNão exige contadorContador obrigatório por lei

Se ficou na dúvida entre os portes, vale entender a diferença entre MEI, ME e EPP antes de decidir.

Quando é obrigatório mudar de MEI para ME?

É obrigatório sempre que você deixa de cumprir alguma regra do MEI. Os quatro casos mais comuns são:

  • Faturou mais de R$ 81 mil no ano. Este é o motivo mais frequente.
  • Precisa de mais de um funcionário. O MEI permite só um contratado.
  • Quer incluir um sócio ou abrir filial. O MEI não aceita sócios.
  • Passou a exercer uma atividade que não está na lista de CNAEs do MEI.

Se você se encaixa em qualquer um desses pontos, o negócio já superou o MEI e a migração precisa acontecer dentro do prazo legal, que a gente detalha mais abaixo. Fazer isso na hora certa evita multa e cobrança retroativa de imposto. Manter um controle do DAS e do faturamento em dia ajuda a não ser pego de surpresa.

Desenquadrar ou dar baixa e abrir um CNPJ novo? Qual o caminho mais rápido?

O caminho mais rápido é dar baixa no MEI e abrir um CNPJ novo já como ME, que fica pronto em até 48h. O desenquadramento no mesmo CNPJ é o caminho tradicional, mas pode levar de 45 a 90 dias, e nesse período é comum ficar sem conseguir emitir nota fiscal direito.

CritérioDesenquadramento (mesmo CNPJ)Baixa do MEI + novo CNPJ
Prazo até operar normal45 a 90 diasAté 48h com a Contajá
Emissão de nota no períodoPode ficar travadaNormal em poucos dias
Número do CNPJMantém o mesmoMuda
Estrutura da empresaHerda a do MEIJá nasce ajustada (regime, CNAE, sócios)
Indicado paraQuem não tem pressaQuem precisa de agilidade e segurança

Na prática, quem depende de emitir nota pra faturar não pode ficar semanas travado. Por isso a Contajá recomenda a baixa do MEI e a abertura de um CNPJ novo já como ME. A empresa nasce estruturada, com o regime tributário certo e pronta pra operar rápido.

Sendo transparente: a Contajá não faz o desenquadramento do MEI no mesmo CNPJ. O que a gente faz, e faz rápido, é dar baixa no seu MEI e abrir sua ME em 48h, sem cobrar honorários de abertura.

Como mudar de MEI para ME: passo a passo

Existem dois caminhos para virar ME, e eles funcionam de formas bem diferentes. Entender isso é o que evita ficar semanas sem emitir nota. Veja os dois lado a lado e o passo a passo de cada um.

Caminho 1: desenquadramento no mesmo CNPJ (o tradicional)

Aqui você mantém o mesmo número de CNPJ e transforma o MEI em ME. É o caminho oficial, mas costuma ser lento e cheio de janelas de risco. Funciona assim:

  1. Comunique o desenquadramento no Portal do Simples Nacional. Você seleciona o motivo (excesso de faturamento, atividade não permitida, entrada de sócio) e a data do fato, e gera o comprovante.
  2. Atualize o cadastro na Junta Comercial. Com o desenquadramento comunicado, a empresa precisa de contrato social e nova ficha na Junta do seu estado.
  3. Atualize os demais órgãos. Prefeitura, Sefaz (inscrição estadual, se a atividade exigir) e órgão de classe, quando aplicável.
  4. Regularize a tributação como ME. A partir da mudança, você passa a recolher pelo Simples Nacional e a cumprir as novas obrigações acessórias.

O problema prático: esse processo leva de 45 a 90 dias e, durante boa parte dele, você pode ficar sem conseguir emitir nota fiscal, além do risco de cobrança retroativa. É por isso que a Contajá não trabalha com esse caminho.

Caminho 2 (recomendado): dar baixa no MEI e abrir um novo CNPJ como ME

Este é o método que a Contajá usa e recomenda. Em vez de esperar a transformação lenta do CNPJ antigo, você encerra o MEI e abre uma empresa nova já nascendo como ME, estruturada no regime certo. O CNPJ muda, mas você volta a faturar em dias, sem herdar pendência. O passo a passo:

  1. Fale com um especialista e faça a análise gratuita. A Contajá olha seu faturamento e sua atividade e confirma o melhor regime tributário (Simples ou Lucro Presumido) e o melhor CNAE. Sem custo.
  2. Dê baixa no MEI. Você solicita a baixa no Portal do Empreendedor, quita o DAS pendente e envia a Declaração Anual de situação especial. A Contajá faz essa baixa de graça pra você.
  3. Abra o novo CNPJ como ME. Com os documentos básicos (CPF, RG, comprovante de endereço), a Contajá monta o contrato social e protocola a abertura na Junta, sem cobrar honorários de abertura.
  4. Comece a emitir nota em até 48h. Assim que o CNPJ sai, sua ME já está pronta para operar, com certificado digital orientado e planejamento tributário desde o dia 1.

Na prática, quem vive de emitir nota não pode ficar parado. Por isso a baixa com abertura de novo CNPJ virou o caminho mais usado por quem precisa de agilidade e segurança: você troca semanas de espera e risco fiscal por uma operação organizada em poucos dias, com apoio de um contador online.

Quanto custa mudar de MEI para ME em 2026?

Abrir a ME custa, no total, entre R$ 400 e R$ 2.500 em 2026, dependendo da cidade, do tipo jurídico e da atividade. As taxas de registro são as mesmas de qualquer empresa, porque o porte ME não muda o valor cobrado pela Junta Comercial. Veja o detalhamento com valores reais de 2026:

ItemValor real (2026)
Taxa da Junta Comercial (registro da ME)R$ 82,00 a R$ 608,79 (varia por estado)
Certificado digital (e-CNPJ A1)R$ 150,00 a R$ 400,00
Alvará de funcionamentoR$ 300,00 a R$ 1.086,78 (varia por cidade e atividade)
Endereço fiscalR$ 0 na Contajá (até R$ 300,00/mês em outros)
Honorários de aberturaR$ 0 na Contajá (até R$ 1.600,00 em outros)

Na Contajá, a abertura da empresa é gratuita (não cobramos honorários de abertura) e a contabilidade mensal começa em R$ 137,00. Ou seja, você paga só as taxas obrigatórias dos órgãos públicos, que existem em qualquer contabilidade.

Quanto custa abrir a ME nas principais capitais?

A maior parte do custo é a taxa da Junta Comercial, que muda bastante de um estado para outro. Veja os valores reais nas principais capitais (o prazo é o tempo médio de registro):

CapitalJunta Comercial (LTDA)Junta Comercial (EI)Prazo
São Paulo (SP)R$ 263,58R$ 115,8710 dias
Belo Horizonte (MG)R$ 268,51R$ 134,2624 horas
Rio de Janeiro (RJ)R$ 600,00R$ 300,0030 dias
Porto Alegre (RS)R$ 197,50R$ 114,0524 horas
Curitiba (PR)R$ 128,30R$ 92,4015 dias
Florianópolis (SC)R$ 168,00R$ 82,0015 dias
Salvador (BA)R$ 360,00R$ 156,0015 dias
Vitória (ES)R$ 417,88R$ 194,3615 dias
Brasília (DF)R$ 430,96R$ 219,1410 dias
Manaus (AM)R$ 608,79R$ 356,9830 dias

Fonte: dados coletados pelo sistema da Contajá em maio de 2026, detalhados no artigo quanto custa abrir empresa. Valores sujeitos a alteração, confirme com um especialista antes de decidir.

O que muda na sua rotina fiscal quando você vira ME?

Muda a forma de pagar imposto e aumentam as obrigações, mas nada que uma contabilidade online não resolva por você. O DAS fixo do MEI dá lugar a uma alíquota sobre o faturamento no Simples Nacional, que começa em 4% para comércio, 4,5% para indústria e 6% para serviços e sobe por faixa conforme você fatura mais. Você pode conferir os valores na tabela do Simples Nacional.

Como ME, você passa a ter:

  • Emissão de nota fiscal em todas as vendas, para pessoa física ou jurídica.
  • Contabilidade e escrituração contábil obrigatórias por lei.
  • Declarações que o MEI não tinha, como PGDAS-D (mensal), DEFIS (anual) e, quando aplicável, EFD-Reinf.
  • Pró-labore do sócio com INSS, tema que vale entender junto com a distribuição de lucros.

Parece muita coisa, mas na prática é o contador que cuida de tudo isso. Como toda empresa precisa de contador por lei (menos o MEI), esse acompanhamento já entra no plano mensal da Contajá.

Qual o prazo para comunicar o desenquadramento do MEI?

O MEI deve comunicar o desenquadramento até o último dia útil do mês seguinte ao fato que motivou a saída, como excesso de faturamento ou atividade não permitida. O que muda é a data em que a mudança passa a valer, conforme o caso:

SituaçãoPrazo para comunicarQuando passa a valer
Excesso de faturamento de até 20% (até R$ 97.200)Último dia útil do mês seguinteA partir de 1º de janeiro do ano seguinte
Excesso de faturamento acima de 20% (mais de R$ 97.200)Último dia útil do mês seguinteRetroativo a 1º de janeiro do ano da ocorrência
Atividade não permitida no MEIÚltimo dia útil do mês seguinteA partir do mês seguinte à ocorrência
Entrada de sócio ou 2º funcionárioÚltimo dia útil do mês seguinteA partir do mês seguinte à situação

Perder esse prazo pode gerar multa e cobrança de imposto atrasado. É por isso que vale ter um contador acompanhando o faturamento mês a mês.

E se eu ultrapassar o limite do MEI ainda este ano?

Enquanto o novo teto não é aprovado, vale a regra atual de R$ 81 mil, e o tratamento muda conforme o tamanho do excesso.

Ultrapassou em até 20% (faturamento entre R$ 81.000,01 e R$ 97.200): você segue pagando o DAS normalmente até dezembro e, em janeiro, paga um DAS complementar sobre o valor que passou. O desenquadramento para ME acontece a partir de 1º de janeiro.

Ultrapassou em mais de 20% (acima de R$ 97.200): o desenquadramento é imediato e retroativo ao início do ano. A empresa passa a ser considerada ME desde 1º de janeiro e será preciso recalcular e pagar os impostos pelo novo regime.

Como saber se estou perto de estourar o limite?

Acompanhe o faturamento acumulado mês a mês. Se a média mensal passa de R$ 6.750, você tende a bater o teto antes de dezembro. Veja um exemplo:

MêsFaturamento acumulado
JaneiroR$ 6.700
FevereiroR$ 13.400
MarçoR$ 20.800
AbrilR$ 28.500
OutubroR$ 67.200
NovembroR$ 74.000
DezembroR$ 81.500

Nesse cenário, o teto estourou em dezembro. O recomendado é não esperar o susto e já planejar a saída, de preferência dando baixa e abrindo o novo CNPJ ainda dentro do ano. Se quiser crescer o faturamento com estrutura, veja como aumentar o faturamento com segurança.

Desenquadrar por opção ou por obrigação?

Você pode sair do MEI por decisão sua (opção) ou porque quebrou uma regra (obrigação). O resultado é o mesmo, mas o prazo muda:

TipoQuando aconteceQuando passa a valer
Por opçãoVocê decide crescer, mesmo sem estourar limiteA partir de 1º de janeiro do ano seguinte (ou no mesmo ano, se feito em janeiro)
Por obrigaçãoEstourou faturamento, entrou sócio, mudou de atividadeConforme o motivo (ver tabela de prazos acima)

Sair por opção, antes de ser obrigado, é quase sempre melhor: você evita imposto retroativo, escolhe o regime com calma e organiza o caixa. Por isso a Contajá recomenda o desenquadramento preventivo quando o faturamento já está perto de R$ 81 mil.

Dá para voltar de ME para MEI depois?

Sim, mas não é automático e exige condições rígidas: voltar a faturar dentro do limite, não ter sócio, ter no máximo um funcionário e estar sem dívidas. Se a saída foi por excesso acima de 20%, o retorno com o mesmo CNPJ pode ser inviável. O pedido de volta só pode ser feito em janeiro, pelo Portal do Simples Nacional ou e-CAC.

Super MEI: o novo limite de R$ 140 mil já vale em 2026?

Não. O limite oficial do MEI em 2026 continua sendo R$ 81 mil por ano. O aumento para R$ 140 mil está no PLP 60/2025, apelidado de Super MEI, que já foi aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado e agora segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) antes de ir ao Plenário. Enquanto não for aprovado em todas as etapas e sancionado, nada muda na prática. Fonte oficial: Senado Federal.

O que o projeto propõe, se aprovado como está:

  • Teto de faturamento sobe de R$ 81 mil para R$ 140 mil por ano.
  • Cria uma faixa intermediária de contribuição de 8% sobre o salário mínimo para quem fatura entre R$ 81 mil e R$ 140 mil. Quem fatura até R$ 81 mil segue na regra atual.
  • O MEI continua podendo ter apenas um funcionário (a ideia de permitir dois foi retirada do texto).

Existe ainda um segundo projeto em tramitação, o PLP 67/2025, que propõe teto de R$ 150 mil, mas também não foi aprovado. Ou seja, por enquanto os dois são só propostas. Na Contajá, a gente acompanha de perto e avisa nossos clientes assim que qualquer coisa deixa de ser projeto e vira regra.

O que a Reforma Tributária muda para quem sai do MEI?

Pouca coisa muda no imediato, mas vale entender o calendário. Em 2026 a Reforma está em fase de teste: as notas fiscais já destacam CBS e IBS em alíquotas simbólicas, mas ainda não há cobrança. A partir de 2027 entra a CBS de forma plena, e a transição do IBS acontece entre 2029 e 2032, com implementação completa em 2033.

Para MEI e ME há um ponto de atenção: empresas do Simples Nacional e MEIs têm até setembro de 2026 para escolher, para 2027, se mantêm o recolhimento dentro do DAS ou passam ao chamado Simples Híbrido, recolhendo IBS e CBS por fora para gerar mais crédito para os clientes. O MEI, em regra, segue isento de IBS e CBS. Essa é exatamente a análise que compensa fazer com um contador na hora de virar ME. Veja mais em Simples Nacional em 2027.

Ainda não é MEI? Veja como abrir antes de pensar na ME

Se você chegou aqui mas ainda nem é MEI, o primeiro passo é se formalizar, e isso é rápido e gratuito. A abertura do MEI é 100% online, feita só no Portal do Empreendedor (dentro do Gov.br), sem pagar nada. Cuidado com sites que cobram por isso.

O passo a passo, em resumo:

  1. Tenha uma conta Gov.br nível prata ou ouro.
  2. Acesse o Portal do Empreendedor e clique em “Quero ser MEI” e depois “Formalize-se”.
  3. Confirme seus dados pessoais e informe nome fantasia, capital social e as atividades (CNAEs).
  4. Preencha o endereço e aceite as declarações.
  5. Emita o CCMEI, que já traz seu CNPJ e serve de alvará provisório.

O custo mensal do MEI em 2026 fica entre R$ 81,05 e R$ 87,05 (5% do salário mínimo mais ISS e/ou ICMS, conforme a atividade). Quando o negócio crescer a ponto de estourar o limite, você volta aqui pra fazer a migração para ME. E se sua atividade for regulamentada (médico, advogado, engenheiro), o MEI não é permitido e você já abre direto como ME, escolhendo a natureza jurídica certa.

Recapitulando: como mudar de MEI para ME sem dor de cabeça

Sair do MEI é sinal de que o negócio está crescendo. O resumo é simples: a mudança é obrigatória quando você passa de R$ 81 mil por ano, contrata mais de um funcionário, entra um sócio ou muda de atividade. Você pode desenquadrar no mesmo CNPJ (45 a 90 dias) ou dar baixa e abrir um CNPJ novo já como ME (48h com a Contajá). O custo fica entre R$ 400 e R$ 2.500 em taxas, e os honorários de abertura na Contajá são gratuitos.

A Contajá é uma contabilidade online com mais de 20 mil clientes e mais de 200 especialistas, no mercado desde 2016. A gente cuida de toda a parte burocrática pra você começar a emitir nota rápido e sem susto.

A Contajá faz o desenquadramento do MEI?

Não fazemos o desenquadramento no mesmo CNPJ. O que a Contajá faz é dar baixa no seu MEI e abrir uma ME nova em 48h, sem cobrar honorários de abertura. Assim você volta a emitir nota rápido, sem ficar semanas travado como costuma acontecer no desenquadramento.

Quanto tempo demora para sair do MEI e virar ME?

Depende do caminho. O desenquadramento no mesmo CNPJ pode levar de 45 a 90 dias até a regularização completa. A baixa do MEI com abertura de um CNPJ novo como ME fica pronta em até 48h com a Contajá.

Preciso mudar de CNPJ ao virar ME?

Não obrigatoriamente. No desenquadramento você mantém o mesmo CNPJ. Já quando dá baixa no MEI e abre uma nova empresa, o CNPJ muda, e a vantagem é a agilidade e a estrutura já ajustada ao novo porte.

O que acontece se eu ultrapassar o limite do MEI e não comunicar?

Você fica sujeito a multa e ao pagamento retroativo dos impostos como ME desde o início do ano, além de juros. Por isso o ideal é comunicar dentro do prazo, até o último dia útil do mês seguinte ao excesso.

Sou obrigado a ter contador depois de virar ME?

Sim. A contabilidade é obrigatória por lei para Microempresa. É o contador que cuida das obrigações fiscais, da folha e das declarações. Na Contajá, os planos de contabilidade online começam em R$ 137,00 por mês.

Já posso faturar até R$ 140 mil como MEI?

Ainda não. O limite oficial em 2026 é R$ 81 mil por ano. O teto de R$ 140 mil é o PLP 60/2025 (Super MEI), que ainda tramita no Senado e não foi sancionado. Enquanto não virar lei, vale a regra atual.

Dá para voltar de ME para MEI?

Sim, mas só se a empresa voltar a caber nas regras do MEI: faturar dentro do limite, sem sócio, com no máximo um funcionário e sem dívidas. O pedido é feito só em janeiro, pelo Portal do Simples Nacional. Se a saída foi por excesso acima de 20%, o retorno com o mesmo CNPJ pode não ser possível.

Como faço para abrir um MEI, se ainda não sou?

A abertura é gratuita e online, feita só no Portal do Empreendedor (Gov.br). Você precisa de uma conta Gov.br nível prata ou ouro, informa seus dados, escolhe as atividades (CNAEs) e emite o CCMEI na hora, que já vem com o CNPJ. Nunca pague por isso em sites de terceiros.

Fale com a Contajá

Heitor Carvalho

Diretor comercial da Contajá, especialista em vendas consultivas e estruturação de operações comerciais. Com formação em Ciências Contábeis, lidera estratégias que aliam tecnologia e atendimento humanizado, impulsionando o crescimento sustentável da empresa.