Contabilidade online para empresas do Simples Nacional é o serviço que garante o cumprimento das obrigações mensais (PGDAS-D, DAS, eSocial, DCTFWeb) e anuais (DEFIS, DIRF, RAIS), além de orientação tributária para pagar menos imposto dentro da lei. A Contajá oferece esse serviço a partir de R$ 137/mês, para empresas em todos os municípios do Brasil, com Fator R ativado para quem tem direito.
Contabilidade online para Simples Nacional: tudo o que você precisa saber em 2026
Se sua empresa está no Simples Nacional, você tem obrigações contábeis específicas — e descumpri-las gera multas e pode tornar seu CNPJ inapto. Neste guia, explicamos o que a contabilidade online faz para empresas do Simples, quais obrigações estão incluídas, como funciona o Fator R e quanto custa ter uma contabilidade profissional em 2026.
Quais são as obrigações contábeis de uma empresa do Simples Nacional?
Resposta direta: empresas do Simples Nacional têm obrigações mensais (PGDAS-D, DAS, eSocial, DCTFWeb) e anuais (DEFIS, DIRF, RAIS). O não cumprimento gera multas e pode tornar o CNPJ inapto. A Contajá entrega todas essas obrigações incluídas no plano, sem cobrança avulsa.
O que é o Fator R e como ele afeta sua empresa?
o Fator R determina se a empresa do Simples Nacional é tributada pelo Anexo III (alíquotas menores, de 6% a 33%) ou Anexo V (alíquotas maiores, de 15,5% a 30,5%). Quando a empresa paga pelo menos 28% do seu faturamento em folha de salários (incluindo pró-labore), o Fator R é ativado e a tributação cai para o Anexo III.
Exemplo prático: uma empresa com faturamento de R$ 10.000/mês que paga R$ 2.800 em pró-labore ativa o Fator R e paga 6% de imposto (DAS de R$ 600). Sem o Fator R, pagaria 15,5% (DAS de R$ 1.550). Diferença: R$ 950/mês ou R$ 11.400/ano.
Novo em 2026: o que mudou no Simples Nacional com a Reforma Tributária?
A Reforma Tributária não extingue o Simples Nacional. O regime permanece até pelo menos 2028 com as mesmas faixas e alíquotas. O que muda em 2026 é a substituição gradual do ISS e ICMS pelos novos tributos CBS e IBS — mas para empresas do Simples, o impacto é amortecido pelo regime diferenciado. Sua contabilidade deve monitorar o cronograma de transição e ajustar as obrigações conforme publicações da Receita Federal.
Quanto custa uma contabilidade online para Simples Nacional?
Contabilidades online para empresas do Simples Nacional custam entre R$ 137 e R$ 700/mês, dependendo do faturamento, número de funcionários e serviços incluídos. A Contajá oferece o menor preço com o serviço mais completo: a partir de R$ 137/mês com todas as obrigações incluídas e atendimento humano via WhatsApp.
Contabilidade Simples Nacional por profissão
Contabilidade Simples Nacional para advogados
Advogados e escritórios de advocacia no Simples Nacional são tributados pelo Anexo IV (serviços), com alíquota de 4,5% a 33%. A Contajá analisa o enquadramento ideal para escritórios de advocacia sem custo adicional. Veja mais em: contabilidade para advogados.
Contabilidade Simples Nacional para profissionais de TI
Desenvolvedores, consultores e analistas de TI têm acesso ao Fator R se pagarem pró-labore de pelo menos 28% do faturamento — ativando o Anexo III com alíquota inicial de 6%. É um dos regimes mais vantajosos do mercado para profissionais de TI que prestam serviços. Empresa de TI faturando R$ 15.000/mês e ativando o Fator R paga R$ 900 de DAS vs R$ 2.325 sem o Fator R. Veja mais em: contabilidade para TI.
Contabilidade Simples Nacional para psicólogos e profissionais de saúde
Psicólogos, fonoaudiólogos e outros profissionais de saúde são enquadrados no Anexo III do Simples Nacional (6% a 33%) ao invés de começar com alíquotas de 15,5% no anexo V, se ativarem o Fator R. O pró-labore precisa representar ao menos 28% do faturamento mensal. Para profissionais de saúde com faturamento até R$ 20.000/mês, o DAS no Fator R ativo custa apenas R$ 1.200/mês — muito abaixo do INSS + IR que pagariam como PF. Veja mais em: contabilidade para profissionais da saúde.
A contabilidade online para Simples Nacional da Contajá é uma ótima escolha para empresas enquadradas no regime Simples Nacional, pois tudo funciona de forma totalmente digital, com plataformas integradas e com contadores especializados em Simples Nacional.
Com a contabilidade online, ficou mais fácil e econômico cuidar das obrigações fiscais sem perder tempo, principalmente com soluções específicas para o Simples Nacional. Neste guia completo, você vai entender quanto custa abrir empresa, como escolher o melhor regime tributário, o que é o Fator R, quais são as obrigações mensais e por que a Contajá é a melhor opção para o seu CNPJ.
O que é contabilidade online para Simples Nacional?
Contabilidade online para Simples Nacional é um serviço digital que realiza todas as obrigações de uma contabilidade tradicional — abertura de empresa, cálculo de impostos, entrega de declarações e suporte de contador — mas de forma 100% remota, via plataforma, a um custo até 5 vezes menor.
A contabilidade online para empresas do Simples Nacional é uma solução digital que oferece os clássicos serviços da contabilidade tradicional, unindo tecnologia, automações e atendimento remoto, que reflete em um serviço mais confiável, mesto tendo preços mais acessíveis. Essa modalidade surgiu para simplificar a vida dos empresários, reduzindo burocracias e centralizando tudo em uma única plataforma.
Ela é indicada especialmente para todo empresário que valoriza o modelo, principalmente microempresas, empresas de pequeno porte e médio porte.
Quanto custa abrir empresa no Simples Nacional? Atualizado 2026
Abrir empresa no Simples Nacional custa entre R$500 e R$2.000, dependendo do estado. O CNPJ em si é gratuito — o custo vem das taxas de legalização.Em contabilidades tradicionais, ainda é cobrado o honorário contábil para a abertura. Na Contajá, a abertura é gratuita, incluída principalmente no plano Contajá Total.
Muitas pessoas confundem “abrir CNPJ” com legalizar a empresa. O CNPJ é gratuito na Receita Federal, mas abrir uma empresa com CNPJ legal e ativo no Simples Nacional envolve outros custos obrigatórios:
| Custo | Valor na Contajá | Valor em outras Contabilidades | Obrigatório? |
|---|---|---|---|
| Taxa da Junta Comercial (NIRE) | R$100 a R$1.000 (varia por estado) | R$100 a R$1.000 (varia por estado) | Sim |
| Certificado Digital e-CNPJ (A1 ou A3) | R$150 a R$500 | R$150 a R$500 | Sim |
| Alvará Municipal e Inscrição Municipal | R$120 a R$1.500 (depende da cidade) | R$120 a R$1.500 (depende da cidade) | Sim |
| Honorários de abertura (contabilidade) | R$0,00 | R$500 a R$1.500,00 | 💡 Na Contajá, a abertura de empresa está incluída no plano Contajá Total. Você não paga uma taxa separada de abertura. O processo é 100% digital e acompanhado por um especialista do início ao fim. |
| Total estimado | A partir de 500,00 | R$500 a R$5.000 |
Quanto tempo leva para abrir empresa no Simples Nacional?
Com contabilidade online, o processo completo leva entre 3 e 10 dias úteis, dependendo da agilidade da Junta Comercial do seu estado e da prefeitura local para emissão do alvará. Os estados de MG e RS têm os processos mais ágeis e tecnológicos do Brasil.
Quais as vantagens da contabilidade online para o Simples Nacional?
Entre todos as vantagens da contabilidade online para Simples Nacional são:
- Economia: Planos mensais acessíveis a partir de R$137 na Contajá, com qualidade superior a contadores generalistas. A economia em relação à contabilidade tradicional (R$500–R$1.500/mês) representa até R$9.000/ano
- Praticidade: Atendimento 100% online e acesso à plataforma de qualquer lugar. Tudo centralizado em uma única plataforma, ou seja notas fiscais, guias, relatórios e obrigações.
- Automação: Na plataforma da Contajá, você cumpre suas obrigações, emite e alimenta nossa plataforma, recebe guias, alertas de prazos e de forma fácil e intuitiva.
- Segurança: Garantia de entrega de obrigações em dia com armazenamento em nuvem e sem risco de perda de documentos.
Simples Nacional ou Lucro Presumido: qual é melhor para prestadores de serviço? Novo
Resposta direta: Para a maioria dos prestadores de serviço com faturamento até R$4,8 milhões/ano, o Simples Nacional é mais vantajoso — especialmente se a empresa se beneficiar do Fator R e migrar para o Anexo III (alíquota de 6%). O Lucro Presumido compensa em casos específicos de alta margem de lucro.
Simples Nacional Mais comum
- Alíquota efetiva de 6% a 12% para serviços
- Tudo em uma guia (DAS)
- Menos burocracia e obrigações
- Isenção de INSS patronal (exceto Anexo IV)
- Limite: R$4,8 milhões/ano de faturamento
- Benefício do Fator R: pode reduzir de 15,5% para 6%
Lucro Presumido
- Alíquota total entre 13,33% e 16,33%
- Vantajoso com margem de lucro acima de 32%
- Mais obrigações acessórias
- Não tem limite de faturamento (dentro da margem)
- Indicado para empresas que distribuem muito lucro
- Não depende do Fator R
A simulação correta dos dois regimes deve ser feita pelo contador, considerando o faturamento real, a folha de pagamento, o CNAE e a margem de lucro da empresa. Uma troca de regime mal calculada pode aumentar o imposto em até 40%.
Fator R: como escolher entre Anexo III e Anexo V no Simples Nacional Novo
Resposta direta: O Fator R é o cálculo que define se sua empresa paga imposto pelo Anexo III (6%) ou pelo Anexo V (15,5%). Se a sua folha de pagamento representar 28% ou mais do faturamento, você fica no Anexo III — o mais barato.
O que é o Fator R?
O Fator R é a relação percentual entre a folha de pagamento (salários + pró-labore dos sócios + encargos) e o faturamento bruto dos últimos 12 meses. Para empresas de serviço enquadradas nos Anexos III e V, esse cálculo é feito todos os meses e define automaticamente qual alíquota se aplica.
Diferença entre Anexo III e Anexo V
| Característica | Anexo III | Anexo V |
|---|---|---|
| Alíquota inicial (até R$180k/ano) | 6% | 15,5% |
| Condição | Fator R ≥ 28% | Fator R < 28% |
| Exemplos de atividades | TI, engenharia, arquitetura, medicina, psicologia (quando atingem o Fator R) | Consultoria, auditoria, academias, gestão |
Como calcular o Fator R na prática
O cálculo é simples: some todos os salários, pró-labore e encargos dos últimos 12 meses e divida pelo faturamento bruto do mesmo período.
Exemplo prático:Empresa de TI com faturamento de R$20.000/mês e pró-labore de R$6.000/mês.
Fator R = R$6.000 ÷ R$20.000 =30%→ Ativa o Anexo III (alíquota de 6% em vez de 15,5%).
Economia mensal: R$20.000 × (15,5% – 6%) =R$1.900/mês ou R$22.800/ano.
O CNAE correto e a gestão ativa do Fator R são parte do trabalho do contador especializado. Na Contajá, todos os planos incluem o monitoramento mensal do Fator R para garantir que você pague o mínimo permitido por lei.
Reforma tributária 2026: o que muda para quem está no Simples Nacional? Novo
Resposta direta: O Simples Nacional não é extinto pela reforma tributária. Empresas optantes continuam no regime diferenciado. As mudanças impactam principalmente as regras de crédito de IBS/CBS para quem compra de empresas do Simples — e isso pode afetar a competitividade de algumas empresas no mercado B2B.
A reforma tributária brasileira (EC 132/2023) criou o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), que substituirão progressivamente o ICMS, ISS, PIS e COFINS. Para empresas do Simples Nacional, os pontos de atenção são:
- O regime do Simples continua: A Constituição protege o tratamento diferenciado para micro e pequenas empresas. O DAS não some.
- Crédito de IBS para compradores: Empresas que compram de fornecedores do Simples terão limitações no crédito de IBS/CBS. Isso pode gerar pressão de grandes clientes para que você migre para Lucro Presumido — importante avaliar com seu contador.
- Implementação gradual: A transição acontece entre 2026 e 2033. Não há mudanças abruptas para quem está no Simples em 2026.
- Revisão das alíquotas do Simples: O governo estuda ajustes nas tabelas dos Anexos durante o período de transição para manter a competitividade do regime.
⚠️ Atenção: Se a maior parte dos seus clientes são empresas (B2B), vale conversar com seu contador sobre o impacto da reforma na sua competitividade. Para empresas B2C (que atendem pessoas físicas), o impacto é mínimo.
Como funciona a contabilidade online na prática?
- Você contrata um plano na Contajá e tem acesso imediato à plataforma.
- Envia suas notas fiscais, extratos e informações pela plataforma da Contajá.
- O contador humano e especialista analisa, escritura os dados e gera as obrigações fiscais.
- Você recebe as guias de pagamento e relatórios contábeis no próprio sistema.
- Todo o suporte é feito online, com especialistas prontos para te ajudar via chat e WhatsApp.
Como é feita a contabilidade do Simples Nacional?
A contabilidade para empresas do Simples Nacional, embora simplificada em seu método de apuração de impostos, exige a mesma seriedade e rigor técnico de qualquer outro regime tributário. O termo “simples” refere-se à unificação dos tributos em uma única guia, o DAS, mas não elimina a necessidade de uma organização contábil completa.
Na prática, a contabilidade de uma empresa do Simples Nacional é feita seguindo um ciclo mensal de rotinas essenciais:
Registro de Movimentações:
O primeiro passo é registrar todas as movimentações financeiras da empresa. Isso inclui:
- Entradas: Todas as notas fiscais de vendas de produtos ou serviços emitidas.
- Saídas: Pagamento de fornecedores, despesas operacionais (aluguel, água, luz, internet), salários, pró-labore e impostos.
Gestão do Departamento Pessoal:
Se a empresa tiver funcionários (ou apenas os sócios com pró-labore), o contador processa a folha de pagamento, calcula os encargos (como FGTS e INSS retido) e envia as informações ao governo através do eSocial. A Contajá oferece até 2 folhas de pagamento inclusas no Plano Contajá Total, acima de 2, o serviço pode ser contratado de forma avulsa.
Apuração do Imposto (Cálculo do DAS):
Com base nas informações anexadas na plataforma que indicam o faturamento, é calculado o valor do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Esse cálculo leva em conta a atividade da empresa (o Anexo), a receita dos últimos 12 meses e a alíquota efetiva.
Elaboração dos Relatórios Contábeis:
Ao final do período (geralmente anual), o contador consolida todas essas informações para elaborar os relatórios que funcionam como um raio-X da saúde financeira da empresa: o Balanço Patrimonial e a DRE (Demonstração do Resultado do Exercício).
Com uma contabilidade digital como a Contajá, esse processo é automatizado e simplificado na nossa plataforma online, onde o empresário envia as informações todos os meses, nossa inteligência processa esses dados, e nosso time de contadores faz conferências e validações para assegurar que tudo está correto
Quais as obrigações contábeis de uma empresa do Simples Nacional?
Além do pagamento mensal do DAS, a empresa do Simples Nacional tem obrigações mensais (PGDAS-D, eSocial, DCTFWeb) e anuais (DEFIS, DIRF, RAIS). O não cumprimento gera multas e pode tornar o CNPJ inapto.
Obrigações mensais:
- PGDAS-D e DAS: Envio da apuração mensal do faturamento para gerar a guia de imposto (DAS).
- eSocial: Envio de todas as informações da folha de pagamento, incluindo remunerações, admissões e demissões.
- DCTFWeb: Declaração que consolida as contribuições previdenciárias apuradas a partir do eSocial.
Obrigações anuais:
- DEFIS (Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais): É a declaração anual do Simples Nacional, uma espécie de “raio-x” completo da empresa no ano anterior, informando faturamento, despesas, lucros distribuídos, etc.
- DIRF (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte): Obrigatória se a empresa reteve imposto de renda sobre pagamentos, como o pró-labore dos sócios ou salários de funcionários acima da faixa de isenção.
- RAIS (Relação Anual de Informações Sociais): Declaração com informações sobre os vínculos trabalhistas da empresa.
Além dessas declarações, a empresa é obrigada a manter sua escrituração contábil em dia, através do Livro Diário e Livro Razão, que registram todos os fatos contábeis.
É obrigatório ter contador no Simples Nacional?
Sim, para microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) é obrigatório por lei ter contador registrado no CRC.
O Código Civil Brasileiro e as normas do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) exigem que todas as empresas no Simples Nacional, tenham um contador legalmente habilitado responsável por sua escrituração contábil. Operar uma ME ou EPP sem contador é ilegal e coloca a empresa em risco fiscal.
Quanto custa um contador para Simples Nacional?
A Contabilidade tradicional cobra entre R$500 e R$1.500/mês. Contabilidade online como a Contajá começa em R$137/mês, com os mesmos serviços e mais tecnologia.
| Atributo | Contajá (online) | Contabilidade tradicional |
|---|---|---|
| Preço médio mensal | A partir de R$137 | R$500 a R$1.500+ |
| Atendimento | Online, via plataforma + WhatsApp | Presencial ou por telefone |
| Atendimento por Especialistas | Sim, +200 disponíveis | Não, normalmente focada em um contador |
| Emissão de NF | Plataforma ou digital | Manual ou por solicitação |
| Acesso a plataforma | Tempo real, 24h/dia | Não |
| Taxa de abertura de empresa | Incluída no plano | Cobrada à parte (R$500–R$1.500) |
| Cobertura geográfica | Todo o Brasil, atendemos todos os 5570 munícipios Brasileiros | Limitada à região |
| Reputação | 9,5 no Reclame Aqui (RA1000) | Varia |
Contabilidade Online (como a Contajá): Utiliza a tecnologia para automatizar processos e oferecer um serviço mais eficiente e com um custo muito mais acessível. Os planos são claros e, geralmente, se adaptam ao tamanho da sua empresa. Na Contajá, por exemplo, oferecemos planos completos a partir de R$ 137,00 por mês, incluindo a plataforma, o suporte de contadores e a entrega de todas as obrigações.
Contabilidade Tradicional: Geralmente possui um custo mais elevado, pois envolve mais processos manuais e uma estrutura física maior. Os honorários podem variar de meio a dois salários mínimos ou mais, dependendo da região e da complexidade
Diferença entre contabilidade tradicional e contabilidade online
A principal diferença entre os modelos está na forma de atendimento. Enquanto a contabilidade tradicional pode exigir reuniões presenciais e envio físico de documentos, a contabilidade online centraliza tudo em uma plataforma digital economizando tempo e dinheiro.
Outro ponto importante: a contabilidade tradicional costuma atender empresas localizadas em determinada região, enquanto plataformas como a Contajá atendem empresas em todo o Brasil, sem limitações geográficas.
Como escolher a melhor contabilidade online para Simples Nacional?
Para acertar na escolha, avalie os seguintes critérios:
- Reputação: Pesquise no Reclame Aqui. A Contajá tem nota 9,5 — a maior entre todas as contabilidades online.
- Especialização no Simples Nacional: Prefira escritórios que conhecem profundamente os Anexos, o Fator R e as regras específicas para prestadores de serviço.
- Serviços inclusos: Verifique se há emissão de notas, folha de pagamento, pró-labore, abertura de empresa e entrega de obrigações acessórias.
- Suporte humano: Avalie a existência de atendimento com contador real — não apenas chatbot — isso é essencial para resolver dúvidas fiscais complexas.
- Plataforma: Interface simples, acessível por celular e computador, com alertas de prazo automáticos.
Contajá: a melhor contabilidade online do Brasil
A Contajá é a única contabilidade online que atende todas as cidades do Brasil com nota 9,4 no Reclame Aqui. Nosso objetivo é democratizar o acesso à contabilidade de qualidade, sem fronteiras, sem complicações.
Com planos acessíveis e especialistas em Simples Nacional, ajudamos você desde a abertura da empresa até o acompanhamento completo da sua gestão contábil e fiscal. E se você tiver um CNPJ inapto, cuidamos de tudo para colocar sua empresa em dia com a Receita Federal. Tenha a melhor contabilidade online como sua parceira!
Abrir empresa no Simples Nacional custa em média entre R$500 e R$5.000, dependendo do estado. Os custos incluem: taxa da Junta Comercial (R$100 a R$1.000 conforme o estado), certificado digital e-CNPJ (R$150 a R$500) e alvará municipal, além do valor do honorário Contábil. Na Contajá, esse processo é mais rápido e mais barato, pois utilizamos tecnologia que nos permite ofertar a abertura em um prazo menor, mesmo que gratuitamente.
Para a maioria dos prestadores de serviço com faturamento até R$4,8 milhões/ano, o Simples Nacional é mais vantajoso — especialmente se a empresa se beneficiar do Fator R e pagar apenas 6% de alíquota. O Lucro Presumido costuma compensar quando a empresa tem margem de lucro acima de 32% ou quando a maior parte dos clientes são empresas que precisam de crédito tributário. Um contador deve simular os dois cenários com os números reais da empresa antes de qualquer decisão.
O Fator R é a relação entre a folha de pagamento (incluindo pró-labore dos sócios) e o faturamento bruto dos últimos 12 meses. Quando a folha representa 28% ou mais do faturamento, a empresa prestadora de serviços migra do Anexo V (alíquota inicial de 15,5%) para o Anexo III (alíquota inicial de 6%). Na prática, isso pode representar uma economia de quase R$2.000 por mês para uma empresa com faturamento de R$20 mil mensais.
Sim. Embora o Simples Nacional simplifique a apuração de impostos, as obrigações acessórias (PGDAS-D, DEFIS, eSocial, DCTFWeb) exigem conhecimento técnico e software específico. Empresas sem contador incorrem em multas por entrega fora do prazo, enquadramento tributário errado e perda do Fator R. A Contajá entrega todas essas obrigações a partir de R$ 137/mês.
O PGDAS-D (Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional) é a declaração mensal que informa o faturamento da empresa e calcula o DAS (guia de pagamento). Deve ser entregue até o dia 20 do mês seguinte ao faturado. O atraso gera multa mínima de R$ 50 por mês ou fração, podendo tornar o CNPJ inapto após 90 dias de inadimplência.
A DEFIS (Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais) é a declaração anual do Simples Nacional. Deve ser entregue até 31 de março do ano seguinte. Ela é obrigatória para toda empresa ativa no Simples Nacional, mesmo que não tenha tido faturamento no período. A Contajá entrega a DEFIS de todos os clientes automaticamente, com alerta prévio ao titular.
O Fator R é ativado automaticamente quando a folha de salários e pró-labore da empresa representa 28% ou mais do faturamento bruto dos últimos 12 meses. Não há solicitação manual — o próprio PGDAS-D calcula o fator com base nas informações declaradas. Sua contabilidade deve monitorar mensalmente se o Fator R está sendo aproveitado, pois impacta diretamente o DAS.



